
Dra. Andrêsa Lima
CRM-SP 194554 | RQE 111269 em Geriatria | RQE 111268 em Clínica Médica
Polifarmácia e Desprescrição em São Paulo
Uma receita de cada médico, um remédio a mais depois de cada internação, e a sacola de remédios da casa só cresce. Às vezes entra um remédio novo só para tratar o efeito de outro. A avaliação da polifarmácia em idosos é um dos focos da Dra. Andrêsa Lima, Geriatra, CRM-SP 194554, RQE 111269 em Geriatria, que atende no consultório da Clínica Állace, na Vila Olímpia, em São Paulo, e por teleconsulta.
Polifarmácia é o uso de muitos remédios ao mesmo tempo. Desprescrição é o caminho de volta: retirar, com segurança e aos poucos, o que não faz mais falta. A Dra. Andrêsa olha a lista inteira sem alarde e ajusta caso a caso.
Conheça a formação da Dra. Andrêsa Lima.
Quando os remédios passam a pesar
Vale prestar atenção quando algum destes sinais aparece depois que um remédio novo entrou na rotina:
- Sono durante o dia ou moleza
- Tontura, desequilíbrio ou queda
- Confusão que começou de repente
- Intestino preso
- Falta de apetite
Outro sinal está nas próprias receitas, quando elas se repetem ou se cruzam. Acontece, por exemplo, quando dois médicos passam remédios para a mesma coisa sem saber um do outro.
Tomar muitos remédios nem sempre quer dizer que algum está fazendo mal. Por isso a revisão é feita remédio por remédio, olhando a pessoa que toma. Tontura e queda ligadas a remédio têm página própria: quedas e tontura.
Como é a revisão dos remédios na consulta
Nas cerca de 2 horas da primeira consulta, cada remédio é olhado separadamente: para que foi receitado, se ainda faz falta e se combina mal com algum outro da lista.
Para essa revisão, traga os remédios que o idoso usa hoje, as receitas e os exames e relatórios que já tiver. Se for possível, venha com um familiar.
A revisão pode ser feita no consultório da Vila Olímpia ou por teleconsulta.
Retirar ou trocar com segurança, junto dos outros médicos
Remédio não se para por conta própria. Alguns precisam ser diminuídos aos poucos, e outros continuam necessários depois da revisão. Qualquer mudança passa pela consulta.
A desprescrição acontece em etapas, caso a caso. A Dra. Andrêsa retira o que não é mais necessário e conversa sobre cada mudança com os médicos e a equipe que já acompanham o paciente. Se surgir uma dúvida sobre os remédios entre as consultas, o paciente fala direto com ela. Nas férias, outros Geriatras da equipe cobrem.
Excesso de remédios muitas vezes anda junto com perda de força. Veja também fragilidade e sarcopenia.
Esta página faz parte do atendimento da Dra. Andrêsa Lima, Geriatra em São Paulo.
Perguntas frequentes
Qual médico procurar quando o idoso toma muitos remédios?
O Geriatra, que olha a lista inteira de uma vez. Excesso de remédios é um dos três focos do trabalho da Dra. Andrêsa Lima, ao lado da fragilidade e das quedas.
Além dos remédios, o que a Geriatra olha na consulta?
O idoso como um todo: história de saúde, o que mudou no dia a dia, força, equilíbrio, memória e sono. Os remédios entram nessa conversa porque podem mexer com cada um desses pontos.
A Dra. Andrêsa pede exames para revisar os remédios?
Pode pedir, quando um exame ajuda a decidir se um remédio continua, muda de dose ou sai. Quais exames depende da história de cada pessoa.
Quando levar o idoso à Geriatra por causa dos remédios?
Quando a família nota sono, tontura, queda, confusão, intestino preso ou falta de apetite depois de um remédio novo. Ou quando ninguém em casa sabe mais para que serve cada caixa.
A consulta é particular?
Sim, o atendimento da Dra. Andrêsa Lima é particular, no consultório e por teleconsulta. A clínica emite nota fiscal, que o paciente pode usar para pedir reembolso ao plano de saúde. Valores e horários saem pelo WhatsApp de agendamento.
Conteúdo revisado pela Dra. Andrêsa Lima, Geriatra, CRM-SP 194554, RQE 111269, em 22/10/2026.
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